3 de jul de 2012

Nunca fui de ter milhões de amigos. Sempre tive poucos e marcantes amigos. Sim, aqueles de um dia amar e no outro odiar. Amo todos eles que fizeram parte de minha vida, que me aceitaram do jeito que eu era/sou. Amo encontrá-los de vez em nunca e sentir aquela sensação de "puxa, eu fui muito feliz...alías, eu tenho sorte de ter vivido e viver tudo isso". Mas, pode parecer meio triste, chato, mas a minha realidade é a seguinte: desde que eu sai do colégio fiz somente um ou dois novos amigos tão verdadeiros, tão amigos mesmo quanto aos daquela época. 
Quem me conhece sabe que eu demoro muito para confiar em uma pessoa. Eu não consigo falar de mim, das minhas alegrias, dos meus problemas com um recém conhecido. 
Tudo isso pra dizer que aquele que encontrou um amigo que não te cobra nada, que fala o que acha de você na tua cara, que torce por você e que não usa teus pontos fracos contra você, está em extinção. 
E eu sei que posso parecer desconfiada e tudo mais, mas quando eu tenho um mau sentimento quando conheço alguém, na maioria das vezes descubro alguma coisa que me mostra a real. 
Enfim, se for pra confiar em uma pessoa, contar meu céu e meu inferno para ela e depois vê-la "debochando" de minhas confissões a terceiros, eu digo "não, obrigada".
Eu não sou uma pessoa especial, com nada tão especial para ter medo de dividir minha vida. Mas depois de um tempo eu aprendi que coisas boas devem ser contada para pessoas boas...E eu sei muito bem quem quer saber dos outros a nível de apuração de informação e quem quer saber para simplesmente mandar boas energias em um momento tão importante para você. Para o segundo tipo de pessoas, eu faço questão de contar timtim por timtim.




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