6 de mai de 2011

Difícil falar sobre isso de uma maneira não partidária ou até mesmo sem ar de julgamento. Mas, enfim...esta não é a minha intenção.
Todo esse barulho pelo reconhecimento da união estável entre homossexuais, me fez pensar de imediato:  
- Cara, para onde estamos indo?
Realmente, tenho medo. A vida é algo que a gente tem o livre arbitrio para fazer o que quiser, mas a gente  carrega com a gente todas as consequências destas decisões.
Então, tenho medo pelos que estão sendo influenciados, pelas gerações futuras, pelo meus (futuros) filhos.
Tenho medo de pensar que poucos sentirão a sensação de ter no pai, a figura de um homem, e na mãe a figura de uma mulher, para exemplo. E é isso que eu acho de mais bonito em uma família bacana: olhar para os pais no decorrer da vida,  e crescer identificando traços bacanas que a gente admira e incorpora pra gente. Os meninos: ao olhar o pai e, as meninas: ao olhar a mãe. 
Vejo que aos pouquinhos, estamos  "normalizando", "formalizando"... tudo. E, aceitando como verdade, aquilo que a minoria dita como verdade.
Não vou entrar em questões como: existem pais héteros péssimos. Por que eu sei que existe.

Este texto é somente o meu ponto de vista diante de tantos outros existentes por aí.

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