26 de jul de 2010

Não opte pelo conveniente, pelo confortavel, pelo respeitável, pelo aceitável, pelo honroso. Opte pelo que faz o seu coração vibrar"

24 de jul de 2010

Noite gostosa.Pessoas legais.Um show tranquilo, bem agradável com uma cervejinha. Quero mais oq??

16 de jul de 2010

Feliz comigo - Augusto Branco

Não ... Eu não estou querendo viver uma paixão arrebatadora
Paixões assim são as que proporcionam os mais altos sonhos
E também as maiores quedas…
Mas, acredite, eu sou capaz de me apaixonar todos os dias!
E também não estou interessado em encontrar quem me ame de verdade
Já encontrei estas pessoas há muito tempo
E aquelas que não estão ao meu lado
Eu carrego comigo, em meu peito.
Ah, eu também não estou querendo viver um grande amor
Eu vivi todos os amores que a vida me trouxe
E foram lindos
Foram maravilhosos
E ainda são grandes amores, e vivem comigo, mesmo que já se tenham passado
Também não estou procurando alguém para toda a vida
Nem procuro alguém para um pouquinho apenas
Não estou procurando absolutamente nada
Neste momento, apenas retraio-me comigo,
E estou descobrindo o prazer e a felicidade enorme que é
Amar mais e melhor a mim mesmo.
Um menino morreu dentro da sala de aula. Bala perdida no RJ. Onze anos. Uma vida encerrada pelo crime. Até quando teremos notícias como essas? Não dá para entender....Só peço que Deus dê força a família e conhecidos para que não percam a esperança de caminhar sempre na direção do bem.

14 de jul de 2010

Sobre a responsabilidade de ser você mesmo.

Eu andei pensando: as pessoas que eu mais admiro são aquelas que estão sempre iguais. Claro, todos têm seus altos e baixos, uns crescem na vida, outros estagnam, mas o que eu estou falando é de estabilidade emocional, personalidade, sabe?

Conversar com uma pessoa e ver que ela é a mesma pessoa querida de anos atrás é uma das delícias da vida. Tenho para mim que isso que é amizade verdadeira. Tenho amigas assim e sei que posso contar com elas do jeito que elas são. Cada uma com seus defeitos, suas delicadezas, seu modo de encarar os problemas, sua maneira de defender seus valores, suas manias e teimosias. A vida é complicada para caramba, e ainda assim a gente se depara com aquelas pessoas que a cada dia que você encontra tem uma personalidade: fofoqueira, religiosa, liberal, careta...Meu, é muito difícil adaptar –se e reconhecer quem é quem nesse mundo, quem dirá 10 máscaras em só uma pessoa!

Resiliência

Resiliência para mim, está sendo acordar a cada dia e saber que por mais que lá no trabalho esteja ruim, que por mais que eu não esteja entendendo nada do que está acontecendo comigo, que por mais que eu não saiba onde estarei amanhã, que por mais que só tenha incertezas na minha vida, a única coisa que eu faço é me renovar. Eu utilizo esta fase para tentar voltar a ser o que eu era antes, ou até mesmo voltar mais forte, depois da crise.

Rezo todos os dias para que eu aceite o que não pode ser mudado e que eu tenha forças e sabedoria para mudar aquilo que é passível de mudança.

13 de jul de 2010

O que eu aprendi sobre o amor, filho, é que ele é feito de faltas e presenças. E que nenhuma das duas pode faltar. Aprendi que o amor é feito de liberdade. É como ter, todos os dias, muitas outras opções. E ainda assim fazer a mesma livre escolha.
Cristiana Guerra

I HATE.

Falta de sensibilidade. Egoísmo de todas as formas e indiferença.

Odeio aqueles que fazem “amizade” por necessidade e não por encontro.

Odeio aqueles que acham que as coisas são imutáveis, seja lá o que for.

Odeio o fato de ter que socializar em situações que não queria estar.

Odeio ter que trabalhar naquilo que eu não gosto. E odeio o fato de ser 8 longas horas.

Odeio o fato de não saber do que eu gosto. Por que aquilo que eu não gosto, eu tenho de cor.

Odeio gente que não toma uma postura diante da vida.

Odeio aqueles que sempre acham que devem uma satisfação das suas atitudes, vontades e sonhos.

Odeio quando não tenho o que fazer e me vejo obrigada a escrever coisas deprês em qualquer rascunho que encontro.

Odeio o fato de não ter me descoberto antes, tudo seria mais simples. Se bem que eu sempre acabo dando valor às coisas difíceis da vida.

Odeio situações em que eu acabo encarnando um personagem: sorrio quando quero chorar, falo quando quero calar e aceito, quando minha vontade era gritar um sonoro NÃO!

Odeio a pressão que este mundo faz com a gente e que acabamos anexando a nossa vida. Pressão para sermos sempre os melhores, os mais realizados na vida, os mais bem empregados, os mais bem falados, os mais sem personalidade....

Odeio o fato de nunca poder fracassar e poder dizer: Errei, me dei mal, mas vou tentar de novo.

Odeio o fato de se ter que agüentar situações que te consomem, pessoas que te sugam e acabar o dia dormindo com os seus sonhos debaixo do travesseiro. Ainda perguntam por que se tem tanto pesadelo!

Odeio a hipocrisia de dizer que todos são hipócritas. A hipocrisia virou moda. Na minha opinião, a hipocrisia é um disfarce para a falta de posicionamento no mundo. Ninguém sabe onde está, ninguém diz o que quer por que não reconhece o terreno em que está pisando. Hipocrisia é um mal instalado na cabeça de muitos, que para sobreviver disfarçam suas dores e vontades.

Odeio o fato de saber que ao pegar um ônibus verei dezenas de crianças passando fome e outras tantas doentes sem nem terem sentido a sensação de como é fazer parte de um mundo tão grande que te deixa perdido. Odeio o fato de crianças poderem morrer.

Odeio o fato de achar que tudo dura para sempre: a dor, a vontade, o medo e a falta de perspectiva. Odeio o fato de não ter descoberto Heráclito antes. Teria mais paz se soubesse que tudo é movimento e que ninguém se banha no mesmo rio duas vezes.

Odeio o fato de ter tantos filmes para ver, tantos livros para ler e tantas músicas para ouvir e eu ainda estar aqui: cercada de “odeios” particulares.

12 de jul de 2010

PARA MARIA DA GRAÇA.

"Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: “Alice no País das Maravilhas”.

Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.

Escuta: se não descobrires um sentido na loucura acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.

A realidade, Maria, é louca.

Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?".

Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?". Essa indagação perplexa é o lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.

A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!". O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada, e vice-versa, isto é, fechar uma porta bem aberta.

Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes conseqüências. Quando Alice comeu o bolo, e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.

Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.

A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia: "Oh, I beg your pardon!". Pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para a tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto-de-vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gatos se fosses eu?".

Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! Mas quem ganhou?". É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre aonde quiseres, ganhaste.

Disse o ratinho: "Minha história é longa e triste!". Ouvirás isso milhares de vezes. Como ouvirás a terrível variante: "Minha vida daria um romance". Ora, como todas as vidas vividas até o fim são longas e tristes, e como todas as vidas dariam romances, pois o romance é só o jeito de contar uma vida, foge, polida mas energicamente, dos homens e das mulheres que suspiram e dizem: "Minha vida daria um romance!". Sobretudo dos homens. Uns chatos irremediáveis, Maria.

Os milagres sempre acontecem na vida de cada um e na vida de todos. Mas, ao contrário do que se pensa, os melhores e mais fundos milagres não acontecem de repente, mas devagar, muito devagar. Quero dizer o seguinte: a palavra depressão cairá de moda mais cedo ou mais tarde. Como talvez seja mais tarde, prepara-te para a visita do monstro, e não te desesperes ao triste pensamento de Alice: "Devo estar diminuindo de novo". Em algum lugar há cogumelos que nos fazem crescer novamente.

E escuta esta parábola perfeita: Alice tinha diminuído tanto de tamanho que tomou um camundongo por um hipopótamo. Isso acontece muito, Mariazinha. Mas não sejamos ingênuos, pois o contrário também acontece. E é um outro escritor inglês que nos fala mais ou menos assim: o camundongo que expulsamos ontem passou a ser hoje um terrível rinoceronte. Ê isso mesmo. A alma da gente é uma máquina complicada que produz durante a vida uma quantidade imensa de camundongos que parecem hipopótamos e de rinocerontes que parecem camundongos. O jeito é rir no caso da primeira confusão e ficar bem disposto para enfrentar o rinoceronte que entrou em nossos domínios disfarçado de camundongo. E como tomar o pequeno por grande e o grande por pequeno é sempre meio cômico, nunca devemos perder o bom-humor.

Toda pessoa deve ter três caixas para guardar humor: uma caixa grande para o humor mais ou menos barato que a gente gasta na rua com os outros; uma caixa média para o humor que a gente precisa ter quando está sozinho, para perdoares a ti mesma, para rires de ti mesma; por fim, uma caixinha preciosa, muito escondida, para as grandes ocasiões. Chamo de grandes ocasiões os momentos perigosos em que estamos cheios de dor ou de vaidade, em que sofremos a tentação de achar que fracassamos ou triunfamos, em que nos sentimos umas drogas ou muito bacanas. Cuidado, Maria, com as grandes ocasiões.

Por fim, mais uma palavra de bolso: às vezes uma pessoa se abandona de tal forma ao sofrimento, com uma tal complacência, que tem medo de não poder sair de lá. A dor também tem o seu feitiço, e este se vira contra o enfeitiçado. Por isso Alice, depois de ter chorado um lago, pensava: "Agora serei castigada, afogando-me em minhas próprias lágrimas...".

Conclusão: a própria dor deve ter a sua medida: É feio, é imodesto, é vão, é perigoso ultrapassar a fronteira de nossa dor, Maria da Graça."

Paulo Mendes Campos

O que eu preciso entender.

Entendi que a vida deve ser conduzida em partes. Precisa ser levada em partes, a la Jack – estripador, sabe? Há!

É sério, é estranho, mas essa tem sido a minha verdade. A partir do momento que eu decidi que uma coisa ruim nela não poderia influenciar a totalidade da vida, tudo ficou mais fácil. Claro, que a teoria é bem mais fácil que a prática, mas estou me esforçando para seguir à risca essa minha teoria.

Estou vivendo um impasse na minha vida profissional. Sabe aquela hora: tudo ou nada? Este momento mesmo. Então, e estava deixando isso afetar todas as áreas da minha vida. Estava ficando amarga, estava hiper valorizando algumas coisas e não dando o devido valor a outras coisas super importantes. Resultado: estava ficando um saco ser seu. Isso estava tomando proporções gigantescas e não estava fácil.

Estava mais do que na hora de eu dar uma mudada nisso. E estou dando o máximo de mim para resolver isso. E se uma coisa não está bem, significa que essa “coisa” não está bem, e não significa que minha vida esteja uma merda.

A vida não é nada mais que uma constante seqüência de “ abrir e fechar gavetas”. O que precisamos é saber em que situação se deve fazer um ou outro.

11 de jul de 2010

Felicidade de domingo.

E eu resolvi que eu quero ser feliz. Quero ter a felicidade, a paz que eu disse há posts atrás. E eu não estava assim. E eu resolvi que eu estava errada. Toda errada. Com pena de mim. Me morrendo por que eu não to legal no meu emprego. Mas, dane-se. A vida continua. E a minha vida definitivamente não é só feita de um emprego. Se não acontecer de a paz vir nesse, irá vir em outro. Com certeza. E vou me dar ao direito de viver feliz e agradecida o meu dia a dia. E eu estou feliz.Feliz com a minha decisão. Feliz de não depender de algo para estar feliz. Como dizia Clarice APESAR DE... se deve viver, APESAR DE ... se deve amar.... E eu estou aqui, feliz, apesar de.... E vou começar não odiando os domingos...rs E só para constar Espanha foi campeã mundial, eu eu fiquei feliz...foi lindo de ver!

10 de jul de 2010

Você sente que tá perdendo algo de sua vida. Algo de valor. Mas, que de uma maneira ou outra vc sente que está escorrendo entre seus dedos e dói, dói muito. Nunca senti essa sensação na minha vida. E está sendo difícil... Vc quer lutar para tudo voltar a ser como era antes, mas não sabe como fazer isso. Não se reconhece naquela situação. E dói. Dor e ausência de chão. É só isso que eu sinto agora, neste exato momento.

8 de jul de 2010

É difícil mudar de casa. Sair da casca. Sair do quentinho do cobertor. Sair do banho e alcançar a toalha. Mudanças são contrastes de estados e, por isso, doloridas. É nascer de novo sair de uma relação para o vazio. Ou para outra. É preciso coragem e ruptura. É preciso acreditar. Raramente conseguimos. Comum permanecermos imóveis por mais que o suportável. Sair do banho e agachar enrolado na toalha, pensando na vida. Demorar um tempo até tomar coragem pra mudar de posição. Mudar é um parto, sempre. Mesmo que o novo mundo seja melhor. Diante do universo inteiro que se anuncia novo, o de alguém que chegou de surpresa, muitas vezes nos acovardamos.
Cristiana Guerra

Sobre decidir.

O que você pode querer da vida? O que você pode fazer por você na vida? Será que o caminho neste momento é deixar tudo como está? Ou será que é o momento de se deixar levar?

Minha vida está com mais serás que dia de final de copa do mundo? Não sei nada sobre o que irá acontecer amanhã. Não sei nada sobre como estará minha mente amanhã, mas uma coisa é certa: Eu sei que tenho coisas demais para melhorar. Tenho coisas demais nessa cabeça de poucos anos. Penso demais sobre tudo, sobre todos. Penso demais no amanhã, no agora.

O trabalho deveria ser uma parte normal do seu dia e te trazer se não alegria, ao menos paz nas oito horas em que você está ligado a ele. E o que fazer quando você sente -se ocupando um espaço sufocante, algo demasiadamente tedioso? E agora? E agora que você está no último semestre da sua faculdade e tem a sensação de que fez a escolha errada e tem uma vontade imensa de partir do zero novamente? Seguir seu coração, sua intuição ou escutar o que estão dizendo para você fazer? Sinceramente eu não sei o que fazer.

Comerrrr

Nada me faz tão bem, quanto chegar em casa em pré feriado e saber que vou fazer um dos meus docinhos preferidos...hihihi!

3 de jul de 2010

Música

Estava aqui a toa, depois de um dia que não foi muito fácil... Alías, a fase que eu estou vivendo está exigindo muito de minha cabeça, meu coração e sinto que é algo decisivo. Voltando, estava escutando Bon Jovi e me deparei com esta música que já escutei tantas vezes mas que nunca havia me atentado a ela... Virou meu mantra! Há!
Viver a vida, por que não há uma segunda. É agora ou nunca. Cuide da sua.
http://www.youtube.com/watch?v=Q3Xn2HpMg3o&feature=PlayList&p=972638F67CB8D78B&playnext_from=PL&index=1&playnext=2

Questionário de Proust

1. Qual é sua maior qualidade? Sensibilidade.

2. E seu maior defeito?

Teimosia

3. A característica mais importante em um homem?

Ser homem (no sentido amplo da palavra).

4. E em uma mulher?

Paciência.

5. O que você mais aprecia nos seus amigos?

A constância. Admiro quem é o que é, sem a necessidade de ser cada dia uma pessoa diferente.

6. Sua atividade favorita é...

Escrever.

7. Qual é sua idéia de felicidade?

Me encontrar. Me encontrar como pessoa e como profissional.

8. E o que seria a maior das tragédias?

Passara vida inteiro sendo alguém que eu não sou e fazendo aquilo que eu não gosto.

9. Quem você gostaria de ser, se não fosse você mesmo?

Gostaria de ser Clarice Lispector.

10.E onde gostaria de viver?

Em alguma cidade quente, longe do barulho da cidade grande e perto das tradições de uma cidade pequena.

11.Qual sua cor favorita?

Vermelho.

12.Uma flor?

Lírios.

13.Um pássaro?

Tico e Teco.

14.Seus autores preferidos?

Clarice, Fernando Pessoa e Valéria Piazzi.

15.E os poetas de que mais gosta?

Fernando Pessoa e Caio Fernando de Abreu.

16.Quem são seus heróis de ficção?

Lucas Silva e Silva.

17.E as heroínas?

Personagem de Apenas o Fim.

18.Seu compositor favorito é...

Nando Reis.

19.E os pintores que você mais curte?

Não saberia citar um.

20.Quem são suas heroínas na vida real?

Minha mãe.

21.E quem são seus heróis?

Meu vô e meu pai.

22.Qual é sua palavra favorita?

Realização.

23.O que você mais detesta?

Encenação em plena vida real.

24.Quais são os personagens históricos que você mais despreza?

Todos os bandidos.

25.Quais dons da Natureza que você gostaria de possuir?

O dom de renovação. Assim como um rio...

26.Como você gostaria de morrer?

Dormindo.

27.Qual seu atual estado de espírito?

Inquietação.

28.Que defeito é mais fácil perdoar?

Aquele que só faz mal a própria pessoa e ninguém mais.

29.Qual é o lema da sua vida?

Quero me sentir realizada, mesmo que para isso tenha que recomeçar a cada dia.

2 de jul de 2010

Copa.

E o Brasil perdeu a copa mais uma vez. Dessa vez estava no serviço, atenta aos mais diversos comportamentos diante da iminente derrota do Brasil. Uns deixaram a sala, outros se calaram, outros ficaram inquietos, alguns tentaram manter o: "Eu sabia que não ia dar", mas uma coisa é certa: Todos estavam tristes, desiludidos. E eu fiquei pensando...na vida é assim também: diante das dificuldades, das adversidades, cada um tem um comportamento, que normalmente é idêntico ao visto durante um jogo de futebol. Sempre tem aqueles que não curtem ver o circo pegar fogo, ver o barraco desabar, simplesmente não ficam para ver no que vai dar. Seja dando a desculpa que for, seja colocando a culpa no coração ou em qualquer coisa que o valha, sempre dão um jeito de tirar o corpo fora, ou simplesmente não conseguem ter aquela paz, aquela “ presença de espírito” para enfrentar de frente as situações.

Outros irão sempre se calar. Pode estar tudo indo para os ares que esses, com certeza irão estar com aquela cara de paisagem, de não foi comigo. Mas, eles permanecem lá. Ficam para ao menos ver no que vai dar. Calados. Donos de olhares incógnitos. Você nunca sabe o que realmente passa na cabeça deles, mas sabe que eles estão lá. Fazendo o que podem naquele momento.

Existem aqueles que falam pelos cotovelos nos momentos de tensão. Gritam, falam palavrões, vendem a mãe e os filhos por um gol, mas com certeza darão sua opinião. Todos ali saberão o que eles estão pensando. Todos notarão sua presença. Nem sempre são eles que vão ajudar a salvar a situação, pois não conseguem ver um palmo diante da mão (diferente dos calados, que conseguem ver a situação como se estivesse fora do seu próprio corpo) , mas com certeza, tirar o corpo fora não é com eles. E por fim, existem aqueles que sempre irão dizer: “Eu te disse!”. Frase essa que não ajuda, nem nunca irá ajudar ninguém, e que normalmente denota uma frieza enorme, ou uma versão copilada daquele que tira o corpo fora. E o pior, assume para todos que só estará do lado daquele que está bem, visto que nunca irá admitir um “ Puxa, fomos pegos se surpresa” ou ainda um “ Cara, que merda”!

Existem muitas outras características que se pode notar ao ver o comportamento de quem está assistindo um jogo, mas com certeza, neste ano de 2010, a única certeza que tenho é: Puxa, daqui a 4 anos terei 26 anos...óóó!