25 de mar de 2009

Deixe as coisas seguirem seu fluxo...

Deixa as coisas seguirem seu fluxo natural. Foi essa frase que disse hoje lá pelas 07h00 horas da manhã, numa tentativa de não chutar o balde ao ver que tinha perdido a tachinha de meu brinco no carro. Ia ter que ir "desnuda", já que é assim que me sinto quando estou sem brincos. E fui tranquila para a faculdade, serviço, pensando que se ele aparecesse ótimo (praticando tudo que aprendi na terapia e na minha vontade de ser desencanada...). Caso contrário: o que poderia fazer? Nada. Alías, fiz. Comprei um de R$2,00 lindinho perto da faculdade e saí toda contente, me sentindo linda com aquele brincão imitando prata. Nem coceiras tive até agora. E se tiver? Terei jogado R$2,00 no lixo? Não. Me foi útil, no momento. Bom, para quem pensou que a história do brinco acaba por aqui, se enganou. Estou eu no serviço depois de pegar metrô lotado as 7h00 da manhã, ter feito prova de negociação na faculdade, ter feito mais três baldiações para chegar no estágio e finalmente, sentada na minha mesa...sinto uma coceira no meu peito. Coloco a mão. É pequininho e duro. Poutz, minha tachinha tinha parado no meu peito e passeamos por 8 horas até que enfim: o reencontro! Era esse caminho que ela queria percorrer hoje. Seguiu seu fluxo natural e venho de encontro ao destino dela: comigo. Simples assim. A gente que complica.

Nenhum comentário: